…” Eu prefiro ser
Esta metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou…”
(Raul Seixas)
Para que discutir relação e tentar “impor” modos e maneiras, se amanhã tudo pode mudar?!
Se o que me parece coerente hoje, amanhã é completamente inviável?!
Pessoas, isto é um sintoma clássico de quem sofre de TPM. E confesso que embora cansada e de saco-cheio desta comapanheira mensal, nada posso fazer contra todos estes sentimentos que se degladiam entre sí bem aqui, dentro de mim!
Depois de várias tentativas de tratamentos alternativos, vou assumir meu lado “alopático”… eu me rendo!
Beijinhos,
Li
2 comentários:
Olá Li.
Desculpa, coloquei a letra pra desmotivar a leitura cansativa. Mas agora estou melhor e já arrumei.
Se quiser ler, já poderá, mas prefiro que leia outras coisas.
Rs rs rs.
É tão difícil conviver com nós mesmos!
Rs rs
Bom carnaval.
Beijooo!
Olá!
Adorei suas palavras sobre a TPM.
Lembrei do poema de Elisa Lucinda
"Moço, cuidado com ela!
Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
Imagine uma cachoeira às avessas:
cada ato que faz, o corpo confessa"
Gostei muito de suas palavras e da forma como escreve.
Bjinhos
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