Se o amor tem luz própria, não posso querer tomar a luz de quem me ama emprestada para poder brilhar. Posso cuidar do meu amor; não há maneira de exigir que o outro o faça por mim. Sou responsável por metade da história, não pelo direcionamento dela.
Vestir uma indumentária (do amor que eu quero) em quem está comigo é perder-me de mim mesma e tutelar ao outro a condução da minha felicidade. A razão do amor está no que vem de dentro para fora (de cada um). E essa razão compreende apenas o hoje, o agora, o que se vive dia após dia. Amanhã, quem pode saber?
(autor desconhecido)
Li
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