quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Libertação…

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O pior tipo de homem não é o cafajeste, pois este ainda tem seus encantos e é sedutor!

O pior é o covarde. O que se esconde e pensa que tem o poder da invisibilidade.

Pode bloquear, excluir, fugir, mas o fato é que estou viva, existo e diferente de você, sou adulta com todas as minhas sensibilidades, sou Mulher e assumo minhas posições e atitudes e como tal, não preciso usar minha família de escudo, assumo meus atos.

Também, o fato de ser Mulher, me faz assumir todas as minhas atitudes, mesmo as mais erradas, pois tenho além de coragem… caráter.

Não sou o lobo mau que seduziu a chapeuzinho. Não violentei suas vontades, me entreguei aos seus desejos e não te obriguei a absolutamente nada.

Agora, sou eu a destruidora de lares. A vagabunda que desejou destruir um casamento exemplar, cercado de felicidade, respeito e companheirismo!

Me poupe, por favor!

Ninguém destrói o que já está demolido.

Não se chuta cachorro morto.

Juntem os destroços e quem sabe consigam manter ao menos as aparências.

Muitas vezes, virar a página não resolve.

Prefiro queimar o livro.

Cada um tem o que merece e precisa.

Cresça, seja homem, assuma suas vontades e desejos. Faça com que sua família te respeite e não somente a use para te defender da “vagabunda” e continuem culpando outras pessoas pelo desamor na sua relação.

Nada abala um casamento feliz!

Ouvi uma vez sobre “gratidão”… gratidão não é uma base segura para manter uma relação, pense nisso.

Ninguém é capaz de destruir uma vida se ela já não estiver rachada.

Desejo somente que seja feliz.  

Não tenho força suficiente para carregar um garoto do seu tamanho nas costas, afinal, nem vocação pra isso eu tenho.

Não vale a pena tamanho sacrifício.

Agradeço por mais esta ligação e por todas as palavras e ofensas que me dei o direito a ouvir, pois assim serviu mesmo para reforçar toda decepção e a minha falta de amor próprio.

Cansei!

Elida

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